Poesia & poemas

15 giugno 2013

Poema da tarde

Filed under: Poesie — patriziaercole @ 3:52 pm

A tarde move-se entre os galhos de minhas mãos.
Uma estrela aparece no fim deste meu sangue,
Minha nuca recebeu o hálito fino de uma rosa branca.
Todas as formas servem-se mutuamente,
Umas em pé, outras se ajoelhando, outras sentadas,
Regando o coração e a cabeça do homem:

E dentre oe primeiros véus surge Maria da Saudade
Que, sem querer, canta.

Murilo Mendes  (1901-1975)

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