Poesia & poemas

10 marzo 2013

Le brave ragazze vanno in paradiso, le cattive…

Filed under: Libri — patriziaercole @ 10:06 pm

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Le donne che si danno così tanto da fare, che antepongono le esigenze altrui alle proprie, che aspettano di essere premiate per la loro devozione (le brave ragazze, insomma) si ritrovano spesso con un mucchio di mosche in mano. Per ricercare il giusto equilibrio tra il rispetto degli altri e il proprio vantaggio, le donne debbono imparare a diventare “cattive”, sia in casa che al lavoro. Ma attenzione: diventare cattive non significa trasformarsi in mostri di egoismo, ma semplicemente credere nel proprio talento e smettere di rinunciare alle proprie aspirazioni per paura di perdere l’approvazione di mariti, fidanzati, figli, datori di lavoro.
Tra le “lezioni” più interessanti del libro, quelle che insegnano a smettere di sorridere, a cominciare a dire di no, ad abbandonare il linguaggio verbale e corporeo della sottomissione.

Ute Ehrhardt  Le brave ragazze vanno in paradiso, le cattive dappertutto -Milano, Corbaccio, 1996

Uma radiografia do poder feminino nos anos 90

Best-seller na Alemanha, com mais de 300 mil exemplares vendidos em 1995, o livro da alemã Ute Ehrhardt trata do papel da mulher neste fim de século. Para a autora, mesmo com tantas conquistas, a mulher continua sendo “boazinha” na hora de lidar com questões familiares e profissionais. Afinal, entre o trabalho e a casa, muitas vezes engole a frustração e satisfaz o desejo familiar. Meninas Boazinhas Vão para o Céu, as Más Vão à Luta, é um livro que fala do poder feminino. Como a mulher pode enfrentar seus medos, principalmente quando resolve “não ir para o céu”.

Escrito em linguagem acessível e divertida, o livro baseia-se em estudos comportamentais e depoimentos emocionados de mulheres. Com muito humor, a psicóloga Ute Ehrhardt aponta sintomas diversos da longa história de submissão feminina, aí incluindo a inabilidade masculina frente aos afazeres domésticos e a dificuldade feminina diante de situações ditas masculinas – trocar velas do carro, por exemplo. A partir dos depoimentos, surgem várias perguntas. Por que a mulher se obriga a pensar sempre nos outros e nunca nela própria? Por que teme tanto as críticas? Por que julga ruins atitudes que admite nos homens? Por que se preocupa tanto com o que os outros vão pensar?

Derrubando tabus do tipo “mulheres independentes são solitárias” ou levantando questões típicas do universo feminino, como o freqüente “tudo bem” na hora em que o marido não consegue administrar filhos e tarefas domésticas, Ute Ehrhardt radiografa o modelo familiar dos anos 90 e nos revela um retrato multifacetado da mulher moderna.

Meninas Boazinhas Vão para o Céu, as Más Vão à Luta – Ute Ehrhardt

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