Poesia & poemas

29 ottobre 2012

Soneto sonhado

Filed under: Poesie — patriziaercole @ 8:29 pm

Meu tudo, minha amada e minha amiga,
Eis, compendiada toda num soneto,
A minha profissão de fé e afeto,
Que à confissão, posto aos teus pés, me obriga.

O que n’alma guardei de muito antiga
Experiência foi pena e ansiar inquieto.
Gosto pouco do amor ideal objeto
Só, e do amor só carnal não gosto miga.

O que há de melhor no amor é iluminância,
Mas, ai de nós! não vem de nós. Viria
De onde? Dos céus?… Dos longes de distância?…

Não te prometo os estos, a alegria,
A assunção…Mas em toda circunstância
Se-te-ei sincero como a luz do dia.

Manuel Bandeira  (1886-1968)

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