Poesia & poemas

31 gennaio 2010

Anima castello interiore

Filed under: Libri — patriziaercole @ 2:37 pm

“L’anima in quanto ‘castello interiore’, come l’ha chiarito la nostra S.Teresa d’Avila, non è puntiforme come l’io puro, ma è uno spazio, un castello con molte abitazioni, dove l’io si può muovere liberamente, andando ora verso l’esterno, ora ritirandosi sempre più verso l’interno. […] L’anima non può vivere senza ricevere. Essa si nutre infatti dei contenuti che accoglie spiritualmente, vivendoli”.

Edith Stein nel libro “Essere finito ed Essere eterno” parla dell’anima nella quale l’io personale è di casa, come di uno spazio al centro di quella totalità che è composta dal corpo, dalla psiche e dallo spirito.

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Os quatro gigantes da alma

Filed under: Libri — patriziaercole @ 2:03 pm

Dizem que há na alma dos seres humanos quatro gigantes que acompanham a evolução. Três destes colocam obstáculos, e apenas um abre as portas.
Os três gigantes criadores de problemas chamam-se : MEDO – IRA – DEVER
MEDO é um gigante enraizado profundamente, que se alimenta da necessidade de preservar a vida ante o perigo, mas que se alia com a imaginação e cria neuroses que são capazes de paralisar completamente a vida de uma pessoa.
IRA é um gigante destrutivo, que se alimenta da reação normal de uma pessoa ante o MEDO, mas por ser normalmente abafado e recalcado acaba criando o ódio, que é uma raiva em conserva, podendo consumir alguém por dentro até matá-la.
DEVER é um gigante que entulha o caminho das pessoas com muitas obrigações, podendo esmagá-las com tantas destas que acaba produzindo tédio e imobilidade…
Quem poderia abrir todas as portas é o gigante AMOR, mas raramente alguém o utiliza, porque amar não é algo que acontece do dia para a noite, mas uma dimensão que resulta do esforço para abrir o coração e entregar ao mundo o que haja de melhor na alma de quem assim se atreva a viver.
Desejo que a cada amanhecer você tenha sempre o atrevimento não apenas de viver mais um dia, e sim de viver feliz o seu dia, fazendo dele um dia cheio de dignidade, como somente as pessoas especiais sabem fazer.

autor. O Livro Os Quatro Gigantes da Alma é de Mira y Lopez

Amo in te

Filed under: Poesie — patriziaercole @ 1:54 pm

Amo in te
l’avventura della nave che va verso il polo
amo in te
l’audacia dei giocatori delle grandi scoperte
amo in te le cose lontane
amo in te l’impossibile
entro nei tuoi occhi come in un bosco
pieno di sole
e sudato affamato infuriato
ho la passione del cacciatore
per mordere nella tua carne.
Amo in te l’impossibile
ma non la disperazione.

Nazim Hikmet

26 gennaio 2010

Quero

Filed under: Poesie — patriziaercole @ 3:10 pm

Quero que todos os dias do ano
todos os dias da vida
de meia em meia hora
de 5 em 5 minutos
me digas: Eu te amo.

Ouvindo-te dizer: Eu te amo,
creio, no momento, que sou amado.
No momento anterior
e no seguinte,
como sabê-lo?

Quero que me repitas até a exaustão
que me amas que me amas que me amas.
Do contrário evapora-se a amação
pois ao dizer: Eu te amo,
desmentes,
apagas
teu amor por mim.

Exijo de ti o perene comunicado.
Não exijo senão isto,
isto sempre, isto cada vez mais.

Quero ser amado por e eu tua palavra
nem sei de outra maneira a não ser esta
de reconhecer o dom amoroso,

a perfeita maneira de saber-se amado:
amor na raiz da palavra
e não sua emissão,
amor
saltando da língua nacional,
amor
feito som
vibração espacial.

No momento em que não me dizer:
Eu te amo,
inexoravelmente sei
que deixaste de amar-me,
que nunca me amaste antes.

Se não me disseres urgente repetido
Eu te amo amo amo amo amo,
verdade fulminante que acabas de desentranhar,
eu me precipito no caos,
essa coleção de objetos de não-amor.

Carlos Drumond de Andrade

A piene mani!

Filed under: Varie ed eventuali — patriziaercole @ 2:44 pm

Spendi l’amore a piene mani!
L’amore è l’unico tesoro che si moltiplica dividendosi
È l’unico dono che aumenta quanto più ne sottrai.
È l’unica impresa nella quale più si spende e più si guadagna.
Regala l’amore, gettalo ovunque, vuotati le tasche,
scuoti il cesto, rovescia il bicchiere, e domani ne avrai più di prima.

(Anonimo)

Dizem?

Filed under: Libri,Poesie — patriziaercole @ 1:31 pm

Dizem?
Esquecem.
Não dizem?
Disseram.

Fazem?
Fatal.
Não fazem?
Igual.

Porquê
Esperar?
– Tudo é
Sonhar.

Fernando Pessoa

Dicono?

Dicono?
Dimenticano.
Non dicono?
Han detto.

Fanno?
Destino.
Non fanno?
Lo stesso.

Perché
sperare?
– Tutto è
sognare.

dal libro Fernando Pessoa Poesie scelte, a cura di L. Panarese, Passigli Editori, pag. 219.

Poema dos desenganos

Filed under: Poesie — patriziaercole @ 1:29 pm

Antes eu tivesse partido
Para longe de mim…
Antes eu tivesse me refugiado
No antro dos velhos Magos…
– Porque eles me dariam a beber
O sumo da Flor-Sábia,
Da Flor-Mãe,
Que adormece,
Alivia,
Consola…
Antes eu tivesse partido
Para longe de mim…
Mas o antro dos Velhos Magos
É tão negro e tão triste…
Tive mede de me perder
Naquela treva,
De onde nunca mais
Poderia ver
Os caminhos sidéreos
Que a ti conduzem
Meus olhos…
Antes eu tivesse partido
Para longe de mim…
Mas doía-me adormecer,
Pelo medo de te deixar de amar…
No entanto,
Eu sei que tudo é inútil…
Eu sei que tudo é impossível…

Cecília Meireles

22 gennaio 2010

Al matrimonio di due menti…

Filed under: Poesie — patriziaercole @ 1:19 pm

Al matrimonio di due menti non sarò certo io
a trovare impedimenti: non è amor l’amore
che cambia quando trova un cambiamento,
che si allontana quando l’altro si allontana.
O no: è un faro fisso per sempre,
che guarda la tempesta senza esserne scosso;
l’amore è la stella di ogni nave vagabonda
e il suo valore è ignoto, per quanto il sestante la misuri.
Non è zimbello del tempo, sebbene rosse guance e labbra
finiscano per piegarsi alla sua falce che gira;
l’amore non cambia in brevi ore o settimane,
ma tiene la rotta fino all’orlo del Giudizio: se qualcuno dimostra
che tutto ciò è sbagliato,
allora è vero, io non ho mai scritto, e nessun uomo ha mai amato.

W. Shakespeare – Sonetto CXVI

Let me not to the marriage of true minds
Admit impediments; love is not love
Which alters when it alteration finds,
Or bends with the remover to remove.
O no, it is an ever-fixèd mark
That looks on tempests and is never shaken;
It is the star to every wandering bark,
Whose worth’s unknown, although his height be taken.
Love’s not Time’s fool, though rosy lips and cheeks
Within his bending sickle’s compass come;
Love alters not with his brief hours and weeks,
But bears it out even to the edge of doom.
If this be error and upon me proved,
I never writ, nor no man ever loved.

Poema nu

Filed under: Poesie — patriziaercole @ 9:44 am

Amor, sinônimo de pobreza,
Amor, sinônimo de poesia.

A grande Ode antiga
Clama no deserto:

O poeta meu servo
É pobre como um sino,
Pobre como um gramofone de 1900.

A poesia é pobreza,
E o amor sobe para o espaço
Sem ajuda.

Murilo Mendes

21 gennaio 2010

Amare veramente …

Filed under: Varie ed eventuali — patriziaercole @ 10:06 pm

Amare veramente vuol dire preferire gli altri a se stessi e saper ascoltare una canzone cantata dagli alberi.

Nessun amore è più vero di quello tenuto segreto in fondo al cuore per paura che il vento ce lo porti via.

Amare significa entrare attraverso una porta azzurra nell’immensità del mondo.

R. Battaglia, dal libro “Con i tuoi occhi”

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